Está na hora do GNV?

Publicado: 24 de fevereiro de 2010 em Automotivo, Carros, Opinião
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Com experiência de mais de 30 anos vendendo carros no mercado de seminovos, um lojista de Salvador está estimulando a compra de veículos com kit-gás instalado. Será que já é o momento?

Diante do aumento do preço do etanol e da gasolina – na capital baiana, o preço médio do litro é de R$ 2,10 (etanol) e 2,75 (gasolina) -, é bom pensar direitinho sobre o uso do gás natural veicular (GNV), já que é necessário investir pelo menos R$ 2 mil para a instalação do kit-gás no carro.
Além disso, o GNV tem elementos que, se o dono do carro não tiver um cuidado diferenciado na hora da revisão, podem danificar as peças do motor. Entre os inúmeros problemas do GNV, estão a possibilidade de danos precoces no cabeçote, cabos de vela, cilindros, válvulas, entre outras peças mecânicas. Porém, há suas vantagens, principalmente o custo do km/rodado.

Um técnico em instalação de kit-gás defende o uso do GNV com os seguintes argumentos: “O GNV é o mais limpo dos combustíveis, impossível de ser adulterado por estar pressurizado e ser um gás, não afoga como a gasolina, não condensa, não estraga, não forma depósitos no motor e ainda por cima não é tóxico”. Com argumentos técnicos, realmente fica bem difícel discutir.

Porém, é bom avisar que a instalação do kit-gás em veículos zero elimina a garantia do fabricante. Além disso, sempre oriento a quem deseja usar o GNV, em substituição ao álcool, gasolina e ao diesel, que faça revisões em prazos menores de três meses.

Mais um recall – Quem era fã da mecânica Volkswagen deve estar revendo os seus conceitos, parafraseando o antigo anúncio da concorrente Fiat no Brasil. Depois do problema do óleo lubrificante e de ter aumentado o prazo de garantia do motor da linha Gol/Voyage, a Volkswagen divulgou mais um recall nos veículos. Agora, é a possbilidade de insuficiência de engraxamento no rolamento das rodas traseiras. Segundo comunicado, “a utilização nessa condição pode causar ruído, e seu uso continuado pode causar travamaneto da roda. Em casos extremos, pode haver o desprendimento da roda e, eventualmente, causar acidente”.

comentários
  1. Rogério Costa disse:

    Grande Betoooooo…Sempre que posso leio vc aqui de Maceió. Dias atrás estive com teu pai, durante o Carnaval e muito mais antes quando ele estava aqui na Gazeta, trabalhando conosco. Saudades dos velhos tempos. Mande notícias. Um abraço. Rogério.

    • Autobrasil - Roberto Nunes disse:

      Legal,

      E ai, tudo bem, né?
      Pois é, estou aqui em Salvador e já são 21 anos….metade ai e a outra metade aqui….o tempo passa rápido….mas sempre lembro dos bons momentos do Sagrada e da jogatina no Pontal da Barra…..
      abs
      beto

    • Autobrasil - Roberto Nunes disse:

      Mudei…valeu ai
      Deixa eu te contar uma….entre os termos usados para citar uma fábrica ou unidade de produção de fabricante de veículos, a imprensa automotiva utiliza também o nome planta…seria uma maneira de dizer planta arquitetônica de produção…na linguagem dos arquitetos, fala-se também assim…pode ser fábrica, unidade de produção ou planta fabril…que é a mesma coisa..mas valeu e grande abraço..
      do amigo Beto

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