Indy 500, poucos repetiram a dose no ano seguinte

Publicado: 3 de junho de 2011 em Automobilismo

Na corrida que marcou o centenário das 500 milhas de Indianápolis, Dan Wheldon entrou para a historia ao vencer a mais tradicional prova do automobilismo nos Estados Unidos. Mas o hall da fama da Indy 500 reserva espaço especial para pilotos que ganharam mais de uma vez
ou para quem conseguiu a proeza de receber a bandeira quadriculada em duas provas seguidas.

Recentemente, o piloto Hélio Castroneves fez isso nos anos de 2001/2002, com Gil de Ferrran ganhando em 2003, dando três títulos consecutivos dos seis conseguidos pelo Brasil (Emerson venceu em 1989 e 1993, além da vitória de Helinho em 2009) na Indy 500.

Sem dúvida o piloto Ray Harroun teve a braveza de ser vitorioso na prova inaugural no Indianápolis Motor Speedway em 1911. De lá para cá o desejo da conquista rondou a cabeça de todos os jovens que se aventuraram nas curvas do circuito oval mais famoso do automobilismo
mundial.

Quem já cruzou a bandeirada de chegada na Indy 500 descobre o glamour de fazer parte de um seleto grupo de pilotos campeões no Speedway. Repetir a façanha é para poucos e, em anos seguidos, mais ainda.

Além do brasileiro Hélio Castroneves, outros sabem o gosto de repetir no ano seguinte a façanha no oval de Indiana. O primeiro destes ídolos foi o piloto Mauri Rose, que venceu nos anos de 1947 e 1948. A glória foi conseguida também por Bill Vukovich (1953/1954) e o lendário All Anser (1970/1971/1978/1987), que junto com A.J. Foyt (1961/1964/1967/1977) são os maiores vencedores na história da Indy 500.

Além de todo o prestígio, a vitória vale uma bela quantia em dólares – este ano, a premiação foi de mais de US$ 1,5 milhão para Dan Wheldon e sua equipe na edição centenária das 500 Milhas de Indianápolis. De quebra, o piloto ganha ainda o anel do campeão da Indy 500, objeto tão desejado quanto o dinheiro distribuído pela vitória.

Por sinal, Emerson e Hélio possuem mais de um anel, por terem dominado com competência e destreza o Speedway, circuito de retas e curvas com ângulos bem parecidos que provoca fortes emoções em qualquer piloto, dos novatos aos mais experientes.

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