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O setor de pesados recuperou o fôlego no Brasil. A Mercedes-Benz, por exemplo, alcaçou a marca de 400 mil ônibus vendidos no País. Somente para citar um bom exemplo, a Viação Cometa tem uma frota grande de ônibus, muitos deles com chassi Mercedes-Benz. Por conta disso, a empresa recebeu o chassi O 500 RSD que representa esse marco histórico de vendas.

Segundo levantamento feito pela Mercedes-Benz, 70% da frota de ônibus em circulação no Brasil, hoje, são da marca. A empresa é líder nas vendas de ônibus, com mais de 50% de participação de mercado.

A Mercedes-Benz do Brasil atingiu o marco histórico de 400.000 ônibus vendidos no País, desde 1956, quando iniciou, de forma pioneira, a produção desses veículos em sua planta de São Bernardo do Campo, São Paulo.
A Mercedes-Benz do Brasil de São Bernardo do Campo é a maior fábrica de ônibus e caminhões da América Latina e a maior planta de veículos da marca fora da Alemanha. É também a única do Grupo Daimler a produzir, num mesmo local, caminhões, chassis de ônibus e agregados, como motores, câmbios e eixos, além de cabinas de caminhões. A unidade brasileira é ainda centro mundial de competência da Daimler para desenvolvimento e produção de chassis de ônibus. Além disso, conta com o maior Centro de Desenvolvimento Tecnológico de Veículos Comerciais da América Latina e o maior da Daimler fora da Alemanha.

O governo anunciou a manutenção da taxa zero no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para caminhões, ônibus e máquinas agrícolas no Brasil. O prazo foi estendido até o fim de 2010, este ano. Sem a medida, o IPI subiria para entre 8% e 10% a partir de julho. O governo deixará de arrecadar R$ 280 milhões.

Em 2009, o setor de pesados – caminhões, ônibus e máquinas agrícolas – sofreu com a crise. O ritmo de vendas abateu fortemente o setor de caminhões, cujas vendas caíram quase 12% entre 2008 e 2009. De acordo com a Fenabrave, a queda foi ligada ao desempenho de setores exportadores, como o agronegócio. O mês de dezembro foi o melhor mês e 2009 foi o melhor ano para o setor automobilístico desde 1957.

Em nota divulgada pela Fenabrave, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, anunciaram a prorrogação de incentivos fiscais que vão beneficiar o investimento na economia em itens como caminhões e bens de capital (máquinas e equipamentos). Segundo Mantega, a isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para caminhões e tratores, que terminaria em 30 de junho, ser&aacut! e; prorrogada até 31 de dezembro de 2010. No caso de veículos comerciais leves, como caminhonetes e picapes, será mantida a alíquota reduzida de IPI de 4% até o fim do ano. Emplacamento de veículos importados se mantém estável em maio

Os dados de emplacamento das 22 marcas filiadas à Abeiva – Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores mostraram queda de 0,7% em maio em relação ao mês anterior. Sem a prorrogação, o IPI para caminhões voltaria a 5% e, no caso dos comerciais leves, subiria para entre 8% e 10%. Segundo o ministro, a renúncia fiscal da medida relativa aos caminhões é de R$ 280 milhões pelo período e de R$ 105 milhões nos veículos comerciais leves.

A Mercedes-Benz oferece mais uma opção do furgão Sprinter: a versão Street. Possui entreeixos extralongo (4.025 mm), teto alto e rodado simples na traseira. O Sprinter Street consegue oferecer 13,4 metros cúbicos de área útil para a carga. Além da opção extralongo, o furgão Sprinter tem as opções com entreeixos curto (3.000 mm) e longo (3.550 mm), além das versões com 3.550 e 4.025 mm de entreeixos com teto alto ou baixo e a versão de 3.000 mm, com teto baixo.

A nova versão Street vem equipada com o motor eletrônico OM 611 LA CDI, de 109 cv de potência a 3.800 rpm e torque de 28 mkgf entre 1.400 e 2.400 rpm. O motor é o mesmo usado nos modelos 313 e 413. Para garantir o bom desempenho no transporte de carga, o torque fica entre 1.400 e 2.400 rpm proporciona maiores velocidades médias.

Além da versão Street, a linha Sprinter inclui furgões, chassis com cabina e vans com capacidade de 3.550 kg de PBT (versão 313 CDI) e de 4.600 kg (413 CDI). Com isso, a Mercedes-Benz oferece aos clientes a mais completa linha de veículos comerciais leves do País.